quinta-feira, janeiro 18, 2018

estampa CCLXXXVIII - Zef Shoshi


A Torneira (1969)

As coisas não têm significação: têm existência. / As coisas são o único sentido oculto das coisas.
Fernando Pessoa / Alberto Caeiro

terça-feira, janeiro 16, 2018

domingo, janeiro 14, 2018

quinta-feira, janeiro 11, 2018

negrume

George Clooney, Suburbicon

Quando tudo o que parecia mas não era, era pior do que parecia.


quarta-feira, janeiro 10, 2018

Santa Catarina nos valha

À boleia da  revelação e condenação de práticas criminosas que vieram à tona, e de que me não vou ocupar agora,  os eunucos e pichas-frias do costume -- gente que não gosta de sexo e que com ele se confronta com sentimentos e dificuldades várias --, intensificam a cruzada, amplificada pelos gritinhos dos merdia de quiosque, chateando todos os que têm ou querem ter uma vivência erótica tão descomplicada quanto possível.
É pois de saudar que a velha Europa, por uma das suas figuras mais emblemáticas, Catherine Deneuve, uma das mulheres mais bonitas do mundo (a foto mostra-a no esplendor da idade) venha encabeçar uma lista de cem, dizer isto.

50 discos: 44. THE DREAMING (1982) - #5 «Leave It Open»



segunda-feira, janeiro 08, 2018

As minhas mãos telhado / no teu rosto de pombas.
Carlos Nejar

a coisa púbica

Por exemplo:
o comportamento mafioso dos partidos políticos, tratando do seu financiamento e fazendo dos portugueses estúpidos; máxime a falta de vergonha do CDS, partido com cadastro nesta matéria, como bem lembrou Luís Fazenda (uma estreia neste blogue);
a situação dos CTT, negociata feita nas barbas dos cidadãos (e talvez nos barbos das cidadãs), com avisos generalizados, não apenas para as implicações no serviço postal, que estão à vista, mas também o desfechar de mais uma machadada na coesão nacional;
cereja no topo do bolo: a indigência do debate no PSD, sem surpresa, porém, para quem lhe acompanhou o historial: a dissidência que esteve na origem da ASDI, com a saída dos grandes quadros políticos do partido, a morte de Sá Carneiro e as contingências do Poder transformaram-no naquilo que politicamente tem sido -- nada. O debate exibiu ao país esse nada;
...e o Hospital de Faro e a Escola Superior de Dança e muita e tanta coisa que anda por aí mais ou menos escondida. Escrever sobre esta coisa púbica é-me um bolsar que me estraga o interesse dos dias.

(e, já agora):  o preocupante comportamento persecutório de um organismo governamental que dá pelo nome de CIG, a propósito dum artigo de José António Saraiva (outra estreia; isto anda a perder qualidades...): comportamento censório e fascizante. Dizer que o artigo do Saraiva «é susceptível de favorecer a prática de atos de violência homofóbica e transfóbica» é duma ordinária vigarice intelectual que não pode passar em claro. Era o que faltava, ó CIG. Espero que o DIAP faça não apenas o que lhe compete, arquivando a queixa, como admoeste severamente estas criaturas, que lhe andam a fazer perder tempo.

«O génio é uma excrescência no homem, como uma neoplasia.»